Tanta coisa. Tanta coisa pra fazer, tanta coisa por dizer. Coisas que ainda não fiz, coisas que esqueci, coisas que não voltam mais. Aquelas coisas, malditas coisas, lindas coisas. Coisas que ainda virão, ah, tanta coisa ainda por vir. Quanta coisa que já foi, perdeu-se no ar. Escorreu pelas mãos, fugiu do controle, sem nem dizer tchau. Aquelas coisas que vi, coisas que eu queria, coisas pelas quais eu dava a vida, coisas pelas quais dei meu coração, corpo e espírito. Coisas que vieram do nada, chegaram sem perceber, estão ali quietinhas no seu canto esperando atenção. Coisas que pensei que mudariam, coisas que permanecem iguais, coisas que nunca irão mudar. Coisas que irão se perder, coisas que quebraram, estragaram. Tem aquelas coisas que me feriram, aquelas que me ferem, e aquelas que irão me ferir continuamente. Coisas que foram com o vento, com a chuva ou com sol. Coisas que quis perder, coisas que se perderam em mim, coisas que perdi por não querer fazer. Coisas que neguei, que aceitei e me deixei levar. Coisas que vi quando abri a janela: de casa, da vida, do meu coração. Coisas que ainda prefiro não ver, não sentir e não me preocupar. Coisas que estendi a mão, que abri o coração. Coisas que me querem longe, que me querem perto, que querem o que eu tenho. Coisas legais, coisas bonitas, quanta coisa chata! Coisas que não vão me mudar, que eu não vou esquecer e que eu quero longe de mim. Coisas que vieram por interesse, coisas boas que vem com coisas ruins e coisas ruins que vem com coisas boas. Coisas que não sei o que são, e coisas que não quero saber. Quanta coisa que me deu rasteira, coisas que não me deixam levantar, coisas que me deixam feliz me deixando triste. Coisas que acabam com meu ser, coisas que fazem eu não saber quem sou e coisas que eu quero me livrar. Coisas que não dependem de mim, coisas que vem de brinde, são tantas coisas.
Coisas que fazem tudo valer a pena.
Tanta coisa.
Tanta coisa pra fazer, tanta coisa por dizer. Coisas que ainda não fiz, coisas que esqueci, coisas que não voltam mais. Aquelas coisas, malditas coisas, lindas coisas. Coisas que ainda virão, ah, tanta coisa ainda por vir. Quanta coisa que já foi, perdeu-se no ar. Escorreu pelas mãos, fugiu do controle, sem nem dizer tchau. Aquelas coisas que vi, coisas que eu queria, coisas pelas quais eu dava a vida, coisas pelas quais dei meu coração, corpo e espírito. Coisas que vieram do nada, chegaram sem perceber, estão ali quietinhas no seu canto esperando atenção. Coisas que pensei que mudariam, coisas que permanecem iguais, coisas que nunca irão mudar. Coisas que irão se perder, coisas que quebraram, estragaram. Tem aquelas coisas que me feriram, aquelas que me ferem, e aquelas que irão me ferir continuamente. Coisas que foram com o vento, com a chuva ou com sol. Coisas que quis perder, coisas que se perderam em mim, coisas que perdi por não querer fazer. Coisas que neguei, que aceitei e me deixei levar. Coisas que vi quando abri a janela: de casa, da vida, do meu coração. Coisas que ainda prefiro não ver, não sentir e não me preocupar. Coisas que estendi a mão, que abri o coração. Coisas que me querem longe, que me querem perto, que querem o que eu tenho. Coisas legais, coisas bonitas, quanta coisa chata! Coisas que não vão me mudar, que eu não vou esquecer e que eu quero longe de mim. Coisas que vieram por interesse, coisas boas que vem com coisas ruins e coisas ruins que vem com coisas boas. Coisas que não sei o que são, e coisas que não quero saber. Quanta coisa que me deu rasteira, coisas que não me deixam levantar, coisas que me deixam feliz me deixando triste. Coisas que acabam com meu ser, coisas que fazem eu não saber quem sou e coisas que eu quero me livrar. Coisas que não dependem de mim, coisas que vem de brinde, são tantas coisas.
Coisas que fazem tudo valer a pena.